Relatório

Apresentação de Relatórios Técnico-Científicos - NBR 10719

1 – Objetivo:

1.1 - Esta Norma fixa as condições exigíveis para a elaboração e a apresentação de relatórios técnico-científicos. Trata exclusivamente de aspectos técnicos de apresentação, não incluindo questões de direitos autorais.

1.2 – Conquanto não sejam objeto desta Norma outros tipos de relatórios (administrativos, de atividades, etc.) é opcional sua aplicação , quanto oportuna. Neste caso, os documentos devem sujeitar-se, tanto quanto possível, ao disposto nesta Norma.

1.3 – Outros documentos tais como livros, folhetos, teses etc... devem sujeitar-se a Normas específicas.

2 – Normas e documentos complementares:

Na aplicação desta Norma é necessário consultar:

Decreto 79.099 de 06/01/1977

CONMETRO: Resolução nº 11 e 12 de 12/10/1988

NBR 5339: Papel e cartolina – Formatos e pesos – Padronização

NBR 6023: Referências bibliográficas – Procedimento

NBR 6024: Numeração progressiva das seções de um documento – Procedimento

NBR 6027: Sumário – Procedimento

NBR 6028: Resumos – Procedimento

NBR 6029: Apresentação de livros e folhetos – Procedimento

NBR 6822: Preparo e apresentações de normas brasileiras – Procedimento

3 – Definições:

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de 3.1 e 3.2.

3.1 – Relatório técnico-científico

3.1.1 – Documento que relata formalmente os resultados os progressos obtidos em investigação de pesquisa e desenvolvimento ou que descreve a situação de uma questão técnica ou científica. O relatório técnico-científico apresenta, sistematicamente, informação suficiente para um leitor qualificado, traça conclusões e faz recomendações. É estabelecido em função e sob a responsabilidade de um organismo ou de pessoa a quem será submetido.

3.1.2 – Em geral, constitui um elemento de um conjunto e traz, normalmente, um número que identifica tanto o relatório quanto o produtor, distribuidor ou organismo responsável.

3.2 – Classificação de segurança

3.2.1 – Grau de sigilo atribuído ao relatório técnico-científico, de acordo com a natureza de seu conteúdo, tendo em vista a conveniência de limitar sua divulgação.

3.2.2 – A necessidade de dar a um relatório tal classificação deve ser avaliada mediante estimativas dos prejuízos que a divulgação não autoriza pode causar aos interesses da entidade responsável.

3.2.3 – Todos os órgãos, privados ou públicos, que desenvolvam pesquisa de interesse nacional ( de conteúdo sigiloso), estão obrigados a providenciar a classificação adequada, de acordo com as prescrições do regulamento para salvaguardar de assuntos sigilosos (Decreto 79.099, de 06/01/1977).

  4 – Estrutura do Relatório:

Para os fins desta Norma, um relatório técnico-científico compreende as seguintes partes:

  1. preliminares ou pré-texto (incluindo primeira e segundo capas);
  2. texto;
  3. pós-liminares ou pós-texto (incluindo terceira e quarta capas).

4.1 – Disposição e sequência

Os elementos que integram as três partes fundamentais do relatório técnico-científico devem ser apresentados na seguinte ordem (ver figura 1):

a. preliminares ou pré-texto: capa (primeira e segunda), isto é, frente e verso; folha de rosto (ou ficha de identificação do relatório); prefácio (apresentação); resumo; lista de símbolos, unidades, abreviaturas, etc; lista de ilustrações; sumário;

b. texto: introdução; desenvolvimento; conclusões e/ou recomendações;

c. pós-liminares ou pós-textos: anexos; agradecimentos; referências bibliográficas; glossário; índice(s); ficha de identificação do relatório; lista de destinatários e forma de acesso ao relatório; terceira e quarta capas.

4.2 – Numeração de volumes

Quando um relatório apresenta grande número de páginas, para facilitar seu manuseio, deve ser dividido em duas ou mais unidades, sob o mesmo título (ver 4.3). Estas unidades serão identificadas pela expressão "volume" (ou abreviatura v.), seguida do algarismo arábico correspondente. Por exemplo: v.1, v.2, v.3, etc.

4.3 – Numeração de partes

Quando vários relatórios são elaborados dentro de um mesmo projeto, freqüente reuni-los sob um mesmo título comum, identificando, cada relatório como parte separada do conjunto com seu próprio subtítulo. Estas partes serão identificadas por uma seqüência de algarismos arábicos precedidos da palavra parte. Por exemplo: Relatório de aplicação do sistema de transporte hidroviário urbano da Cidade de Santos.

Parte 1: Análise do sistema atual

Parte 2: Determinação da demanda futura

4.4 – Numeração de edições

Quando diversas edições (revisões, versões, etc.) de um relatório onde suas partes são publicadas, devem ser identificadas e numeradas como tal. O número da edição deve figurar no anverso da folha de rosto (não de enumera a 1ª edição). No caso de reimpressão, deve ser indicada qual é a sua data.

4.5 – Numeração de seções

4.5.1 – O texto do trabalho constitui a parte central do relatório, via de regra a mais longa e, por isso, necessita de uma divisão mais detalhada de seções.

4.5.2 – Deve-se dividir o corpo do relatório em seções numeradas através da utilização da numeração progressiva, aplicando-se as disposições da NBR 6024 e NBR 6822.

4.5.3 – Os títulos devem ser impressos d forma a sobressair a hierarquia utilizada nas subdivisões. Por exemplo:

seção primária – 3 INSTRUMENTAÇÃO E CALIBRAÇÃO

seção secundária – 3.1 Equipamento

seção terciária - 3.1.1 Medidor de deformação: torquímetro

4.6 – Numeração de páginas

4.6.1 – As páginas do relatório devem ser numeradas seqüencialmente através de algarismos arábicos, começando pela introdução, a qual deverá iniciar o texto do relatório em página ímpar (página 1), após o sumário. A numeração sequencial de páginas continua até o final do relatório.

4.6.2 – Quando os relatórios forem publicados, devem ser impressos frente e verso, evitando-se páginas em branco. Caso existam, devem ser contadas (embora não numeradas) de tal forma que as páginas da frente tragam sempre os números ímpares.

4.6.3 – Os números de identificação das páginas devem ser colocados em evidência, sempre no mesmo lugar em cada página do relatório, ou seja, no canto superior direito (nas páginas ímpares) e esquerdo (nas páginas pares).

Partes

Elementos integrantes

Exemplo de numeração

Preliminares (ou pré-texto)

Capa (primeira e segunda)

Folha de rosto (ou ficha de identificação)

Prefácio ou apresentação *

Resumo

Lista de símbolos, abreviaturas ou conversões

Lista de ilustrações

Sumário

 

Texto

Introdução

Desenvolvimento

 

 

 

 

Conclusões e/ou recomendações

 

Figuras

Ilustrações

Tabelas

1 2.1

2 2.2

3 2.3 2.4.1

4 2.4 2.4.2

5 2.5 2.4.3

... .... .......

última seção

Figura 1

Figura 2

Figura 3

Tabela 1

Tabela 2

Tabela 3

....

Pós-liminares (ou pós texto)

Anexos

Agradecimentos *

Referências bibliográficas

Glossário *

Índice (s) *

Ficha de identificação

Lista de destinatários * Figuras

Capa (terceira e quarta)

Ilustrações

 

Tabelas

A

B B 1

B 2 B 2.1

B 3 B 2.2

Figura B 1 (anexo B)

Figura B 2

Figura B ....

 

 

Tabela B 1 (anexo B)

Tabela B 2

Tabela B ....

Figura 1 – Estrutura do relatório técnico-científico

Nota: Os itens marcados com um asterisco (*) são considerados elementos complementares (opcionais)

5 – Preliminares ou pré-texto:

para os efeitos desta Norma são considerados elementos preliminares os itens de 5.1 a 5.8.

5.1 – Primeira capa

5.1.1 – Proteção externa do trabalho, que reúne um conjunto de informações sobre o relatório.

5.1.2 – Os elementos de identificação que aparecem na primeira capa devem ser claros, concisos e específicos para um bom entendimento, facilitando a consulta e dando informação imediata sobre a apresentação do trabalho.

5.1.3 – A informação essencial, a ser dada na primeira capa, inclui:

  1. nome e endereço do organismo responsável (autoria);
  2. número do relatório; ISSN (no caso de relatório que serão publicados);
  3. título e subtítulo;
  4. data (mês e ano);
  5. classificação de segurança, quando necessário.

5.1.4 – Qualquer informação complementar deve aparecer na segunda capa (também conhecida como contra-capa), quando necessário. Consideram-se informações complementares.

  1. preço: valor de venda da publicação;
  2. informações sobre produção gráfica: criação, arte final, diagramação, etc.;

5.1.5 – Se o relatório possuir uma lombada grossa, que permita impressão legível, nela devem figurar:

  1. nome do autor ou sigla da instituição responsável;
  2. título do relatório;
  3. elemento de identificação (número do relatório).

5.2.1 – É opcional a existência de uma falsa folha de rosto, a qual deve conter apenas o título do trabalho no anverso.

5.2.2 – A falsa folha de rosto antecede a folha de rosto; a sua existência não exclui a folha de rosto, principal elemento de identificação do relatório.

5.3 – Folha de rosto

5.3.1 – É essencial a qualquer documento e deve ser a fonte principal de identificação; por conseqüência, deve figurar logo após a primeira capa (ou após a falsa folha de rosto, quando houver).

5.3.2 – É freqüente a utilização da própria folha de rosto como capa, incluindo-se também, neste caso, as informações próprias da primeira capa. Eventualmente a folha de rosto poderá ser substituída pela ficha de identificação (conforme 7.6).

5.3.2.1 – Quando ambas existirem (capa e folha de rosto), as informações dadas na primeira capa e repetidas na folha de rosto devem aparecer em posições similares.

5.3.3 – Para trabalhos divididos em partes, cada parte deve conter sua própria folha de rosto.

5.3.4 – Os elementos essenciais de identificação que figuram no anverso da folha de rosto são:

  1. nome do órgão responsável (autor coletivo);
  2. divisão do órgão responsável;
  3. número do relatório;
  4. título e sbtítulo;
  5. nome(s) do(s) responsável(is) pela elaboração e respectivos títulos e/ou filiação científica;
  6. número da parte e respectivo título, se houver;
  7. número do volume, se houver;
  8. número de edição, a partir da segunda;
  9. classificação de segurança;
  10. local e data da publicação.

5.3.5 – No verso da folha de rosto devem aparacer informações complementares à identificação do relatório, tais como:

  1. informações sobre direitos autorais e autorização para reprodução;
  2. associação do trabalho como outros, vínculos com outros projetos, contratos, etc.

5.5.1 – Condensação do relatório, que delineia e/ou enfatiza os pontos mais relevantes do trabalho, resultados e conclusões.

5.5.2 – Deve ser informativo, dando uma descrição clara e concisa de conteúdo de forma inteligível e suficiente para que o usuário possa decidir se é ou não necessária a leitura completa do trabalho.

5.5.3 – Nos relatórios, o resumo deve conter no máximo 500 palavras e sua elaboração deve corresponder ao disposto na NBR 6028.

5.5.4 – Na dissertação do resumo, não se utilizam ilustrações.

5.5.5 – O resumo deve aparecer em página de frente (anverso).

5.5.6 – Em trabalhos de grande vulto, o resumo deve vir na língua original do texto, acompanhado de uma tradução em uma ou mais línguas estrangeiras; inglês, francês, italiano e espanhol, conforme o trabalho assim o exigir e na ordem apresentada.

5.5.7 – No caso de um relatório ser dividido em volumes, o resumo deve figurar somente no primeiro volume. Quando em partes, cada uma tem seu próprio resumo.

5.5.8 - Por motivo de economia, o resumo poderá ser colocado na página de rosto quando não for muito extenso.

        5.6 – Lista de símbolos e abreviaturas

Elemento preliminar que reúne símbolos e/ou convenções utilizadas no decorrer do texto, com as respectivas significações, a fim de dar ao leitor condições de melhor entendimento do trabalho.

        5.7 – Lista de ilustrações

Este elemento preliminar destina-se a exemplo do sumário (ver 5.8), a relacionar as ilustrações existentes no texto, na ordem em que aparecem, com a indicação da página respectiva. É recomendado que sejam feitas listas separadas para cada tipo de ilustração (tabelas e figuras).

        5.8 – Sumário

5.8.1 – Um sumário é recomendado a todo trabalho por menor que seja e sua apresentação deve obedecer ao disposto na NBR 6027.

5.8.2 – O sumário deve proceder a parte textural do relatório, sendo o último elemento pré-textural.

5.8.3 – No sumário as indicações dos títulos dos anexos aparecem logo após as indicações das seções do texto, seguidas de sua paginação. Na seqüência aparecem as indicações do material de referência, isto é, referencias bibliográficas, índices remissivos, glossários, etc.

5.8.4 – No caso de um relatório ser encadernado em volumes, o sumário completo deve figurar no primeiro volume.

5.8.5 – Quando houver mais de uma parte, cada uma deve ter seu próprio sumário. É recomendado também, para este caso, acrescentar o plano gearl, isto é, o conteúdo de todas as partes do trabalho, na última parte.

6 – Texto:

Parte principal do relatório, abrange introdução, metodologia, procedimentos experimentais e resultados, conclusão e recomendações. Deve ser divididos em seções e subseções intituladas e numeradas, conforme disposto na NBR 6024 e conter a ilustrações essenciais à clara compreensão das idéias expostas.

        6.1 – Introdução

6.1.1 – Primeira seção do texto e define brevemente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração, bem como as relações existentes com outros trabalhos.

6.1.2 – A introdução não deve repetir ou parafrasear o resumo, nem dar detalhes sobre a teoria experimental, o método ou os resultados, nem antecipar as conclusões e as recomendações.

        6.2 – Desenvolvimento

6.2.1 – O desenvolvimento do assunto é a parte mais importante do texto, onde é exigível raciocínio lógico e clareza.

6.2.2 – Deve ser dividida em tantas seções e subseções quantas forem necessárias para o detalhamento da pesquisa e/ou estudo realizado (descrição de métodos, teorias, os procedimentos experimentais, discussão de resultados etc).

6.2.3 – As descrições apresentadas devem ser suficientes para permitir a compreensão das etapas da pesquisa; contudo, minúncias de provas matemáticas ou procedimentos experimentais, se necessários, deve constituir material Anexo.

6.2.4 – Todas as ilustrações ou quadros essenciais à compressão do texto devem ser incluídos nesta parte do relatório (ver 6.4).

        6.3 - Conclusões e/ou recomendações

6.3.1 – Nesta seção, devem figurar, clara e ordenadamente as deduções tiradas dos resultados do trabalho ou levantadas ao longo da discussão do assunto.

6.3.2 – Dados quantitativos não devem aparecer na conclusão, nem tampouco resultados comprometidos e passíveis de discussão.

6.3.3 – Recomendações são declarações concisas de ações, julgadas necessárias a partir das conclusões obtidas, a serem usadas no futuro.

6.3.4 – As conclusões e recomendações constituem uma seção (capítulo) à parte, a qual deve finalizar a parte textural do relatório. Dependendo da extensão, as conclusões e recomendações podem ser subdivididas em várias subseções, tendo em vista manter a objetividade e clareza.

        6.4 – Ilustrações

6.4.1 – Constituem parte integrante do desenvolvimento e desempenham papel significativo na expressão de idéias científicas e técnicas.

6.4.2 – As ilustrações compreendem as tabelas e figuras, além de fórmulas matemáticas, físicas e químicas, e símbolos.

6.4.3 – Toda ilustração deve ser localizada o mais próximo possível da parte do texto onde é citada, salvo quando, por razões de dimensão, isto seja possível (ver 7.1).

6.4.4 – No relatório técnico-científico, as ilustrações devem ser preparadas com a simplicidade e clareza possíveis, e respeitar rigorosamente a normalização existente para cada tipo (tabelas e figuras).

6.4.4.1 – É importante observar-se, ao preparar as ilustrações, as condições necessárias para sua posterior redução e os processos de reprodução a serem utilizados (fotocópias, xerocópias, impressão a cores, etc.).

6.4.4.2 – Por causa das dificuldades de reprodução, devem ser evitadas as ilustrações fora do formato do relatório.

6.4.5 – As ilustrações devem ter numeração arábica seqüencial ao longo da parte textual, independentemente para as tabelas e para as figuras.

6.4.6 – Não devem ser incluídas ilustrações que não sejam citadas no texto; neste caso, podem constar de material anexo.

        6.5 – Tabelas

6.5.1 – Constituem uma categoria específica de ilustração.

6.5.2 – Todas as tabelas, numeradas consecutivamente, devem figurar no corpo do relatório e não devem conter nada além dos pontos aí considerados.

6.5.3 – A apresentação das tabelas deve ser feita conforme a NBR 6822.

6.5.4 – tabelas de altura excessiva, que não couberem em uma página, devem ser continuadas na página seguinte. Neste caso, a tabela interrompida não é delimitada por traço horizontal na parte inferior e, após a expressão "contínua" ou "continuação" o cabeçalho é repetido no princípio da página seguinte.

6.5.5 – Quando não for possível dispor a tabela na posição normal de leitura, ela deverá ser apresentada de forma que a rotação do volume se efetue no sentido dos ponteiros do relógio.

6.5.6 – Tabelas de largura excessiva devem ser dispostas em páginas de espelho (verso e frente confrontantes); neste caso, as linhas devem ser numeradas na primeira e na última coluna.

6.5.7 – A utilização de unidades de medida, grandezas, o emprego de seus múltiplos e submúltiplos bem como a grafia e forma de expressão de seus respectivos símbolos devem obedecer rigorosamente ao disposto no Quadro Geral de Unidades de Medidas, aprovado pela Resolução CONMETRO nº 12 de 12/10/1988 e que se baseia nos resoluções, recomendações e declarações da Conferência Geral de Pesos e Medidas (realizadas por força de Convenção Internacional do Metro, em 1975). Resolução nº 11 de 12/10/1988, do CONMETRO.

        6.6 – Figuras

6.6.1 – Constituem uma categoria específica de ilustração.

6.6.2 – Compreendem as imagens visuais extensivas ao texto, tais como mapas, fotografias, desenhos, esquemas, diagrama, etc.

6.6.3 – Figuras devem ser numeradas seqüencialmente ao longo do texto, independendo do tipo.

Por exemplo: Figura 1 – Planta gráfica do setor.

Figura 2 – Fluxograma da impressão off-set.

Figura 3 – Foto de impressora off-set modelo X.

6.6.4 – A legenda deste tipo de ilustração compreende a palavra Figura, seguida do número e título correspondente, localizando-se sob a figura a que respeita.

        6.7 – Citações bibliográficas

6.7.1 – As citações bibliográficas textuais servem para dar maior clareza e autoridade ao texto, relacionando as idéias expostas com idéias defendidas em outros trabalhos, por outros autores.

6.7.2 – É indispensável que seja indicada a fonte de onde foi extraída a citação, através da utilização de um sistema de chamada (numérico ou alfabético). Por exemplo:

a) sistema numérico: Lopes afirma que ... esse conjunto de hábitos que constituem o estilo individual depende da hereditariedade ... 12. Tal afirmativa faz supor....

b) sistema alfabético: Lopes (1945) afirma que ... esse conjunto de hábitos que constituem o estilo individual depende de hereditariedade .... Tal afirmativa faz supor...

6.7.3 – As referências bibliográficas relativas às citações textuais devem ser apresentadas de acordo com o método de citação escolhido.

        6.8 – Notas de rodapé

6.8.1 – Destinam-se a prestar esclarecimentos, comprovar uma afirmação ou justificar uma informação que não devem ser incluídas no texto.

6.8.2 – As notas devem limitar-se ao mínimo necessário.

6.8.3 – As notas de rodapé são colocadas no pé da página, separadas do texto por uma linha de aproximadamente 1/3 da largura útil da página, a partir da margem esquerda. É recomendável que as remissões para o rodapé sejam feitas através de asteriscos superescritos para não se confundirem, eventualmente, com outra numeração, caso tenha sido utilizado o sistema numérico para citação. Por exemplo:

No texto: O radical grego táxis* está presente em inúmeras palavras de língua portuguesa...

No rodapé: (*) Pronuncia-se tácsis (x + cs).

  7 – Pós-liminares ou Pós-texto:

Nesta parte do relatório são incluídos todos os elementos complementares ao texto, abrangendo partes de extensão do texto (anexos) e material de referência (referências bibliográficas, índices, etc.). A ordem dos elementos pós-textuais obedece ao disposto no item 4.1 e a numeração das páginas é seqüencial após o texto até o final do(s) índice(s).

        7.1 – Anexos

7.1.1 – Os anexos são partes extensivas ao texto, destacados deste para evitar descontinuidade da seqüência lógica das seções.

7.1.2 – Os anexos são essenciais ao relatório.

7.1.3 – Devem ser colocados como anexo trechos de outras obras ou contribuições que servem para documentar, esclarecer, provar ou confirmar as idéias apresentadas no texto e que são importantes para sua perfeita compreensão.

7.1.4 – Normalmente o conteúdo dos anexos refere-se a:

  1. ilustrações que não são diretamente citadas no texto (ver 6.4);
  2. descrição de equipamentos, técnicas e processos, se for necessário ressaltar em pormenores os aspectos de máquinas, e/ou discriminar procedimentos de uma técnica específica ou programa utilizado;
  3. material de acompanhamento que não pode ser incluído livremente no corpo do relatório, que por sua dimensão, quer pela forma de apresentação (fotografias, originais, micro-fichas, plantas e mapas especiais);
  4. modelos de formulários e/ou impressos citados no texto.

7.1.5 – Os anexos devem ser identificados através de letras maiúsculas consecutivas e seus respectivos títulos. Por exemplo: Anexo A – Modelo de formulário padrão.

Anexo B – Dedução da fórmula X.

7.1.6 – A numeração das páginas e das seções do anexo deve ser como segue:

  1. as páginas são numeradas consecutivamente ao texto;
  2. as seções devem ser numeradas progressivamente por algarismos arábicos precedidos da letra maiúscula que identifica o Anexo.

Por exemplo: Anexo A

A 1 – Introdução

A 2 –

A 3 –

A 3.1 –

A 3.1.1 –

7.1.6.1 – A aplicação da numeração progressiva de seções de um anexo é exclusivamente para relatórios técnico-científicos, pois este tipo de documento normalmente se utiliza muito de anexos.

7.1.7 – As ilustrações próprias do anexo devem ser numeradas independentemente das ilustrações textuais, da mesma forma que estas (ver 6.4.5), sendo estes números precedidos da letra maiúscula correspondente ao Anexo. Por exemplo:

Tabela A 5

Figura B 4

7.1.7.1 – Também esta recomendação é específica para relatórios técnico-científicos que, via de regra, comportam anexos volumosos.

        7.2 – Agradecimentos

Devem figurar, se necessário, agradecimentos à assistência relevante na realização e preparação do relatório. Não são normalmente feitos agradecimentos a contribuições rotineiras.

        7.3 – Referências bibliográficas

7.3.1 – As referências bibliográficas são essenciais ao relatório técnico-científico.

7.3.2 – Devem ser relacionados de acordo com o sistema de chamada utilizado para citação (numérico ou alfabético).

7.3.2.1 – A reunião das referências bibliográficas no final de cada seção primária (capítulo) é opcional, quando se tratar de relatórios muito extensos e que contenham grande número de referências.

7.3.2.2 – Não é recomendável a utilização de rodapé para referências bibliográficas, em virtude das dificuldades para diagramação e impressão.

7.3.3 – A elaboração das referências bibliográficas obedece ao disposto na NBR 6023.

7.3.4 – Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto.

7.3.4.1 – Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão explícita no texto, isto deve ser feito em seqüência às referências bibliográficas, sob o título Bibliografia Recomendada.

        7.4 – Glossário

7.4.1 – Elemento pós-textual opcional, o glossário é um vocabulário em que se dá o significado de palavras ou expressões referentes a determinada especialidade técnica, científica, etc.

7.4.2 – O glossário também é usado para relacionar num vocabulário palavras ou expressões pouco usadas ou de sentido obscuro, ou ainda de uso regional.

7.4.3 – Localiza-se após as referências bibliográficas, iniciando em página de frente (anverso).

        7.5 – Índice(s)

7.5.1 – O índice constitui de entradas ordenadas segundo determinado critério, que localiza e remete para informações ou assuntos contidos no relatório.

7.5.2 – Conforme o critério utilizado, o índice pode ser de vários tipos, como segue:

  1. índice gral: relaciona em ordem alfabética seguida do respectivo número da página (ou indicativo de seção) diversos assuntos, nomes, lugares, etc, contidos no relatório;
  2. índice cronológico: agrupa nomes e fatos importantes em relação cronológica de anos, períodos ou épocas;
  3. índice sistemático: agrupa assuntos, nomes, espécies, etc em relação preparada de acordo a um sistema de classificação;
  4. índice onomástico: reúne alfabeticamente as personagens, autores e autoridades citadas ao longo do relatório.

7.5.3 – O relatório técnico-científico pode ter um ou mais índices, de acordo com a conveniência de facilitar ao leitor a localização de pontos de provável interesse.

7.5.4 – O índice é elemento pós-textual opcional e via de regra, e utilizado em relatórios muito extensos, a fim de facilitar sua leitura.

        7.6 – Ficha de identificação

7.6.1 – Dentre os elementos pós-textuais, a ficha de identificação destaca-se como item essencial específico do relatório técnico-científico.

7.6.2 – Localiza-se após o(s) índice(s) e antes da terceira e quarta capas.

7.6.3 – A ficha de identificação, via de regra, apresentação sob a forma de formulário contendo uma série de blocos nos quais são inseridos os dados de identificação.

7.6.4 – Deve conter, de forma normalizada e facilmente identificável na operação de sistemas de tratamento automático, todas as informações bibliográficas do documento, além de outros dados necessários à sua perfeita identificação (ver Figura 2).

7.6.5 – No caso do relatório ser dividido em várias partes, deve existir uma ficha de identificação para o conjunto e uma ficha de identificação para cada parte.

7.6.6 – No caso do relatório ser dividido em volumes, deve existir uma ficha de identificação para cada volume.

7.6.7 – Por razões de economia, a ficha de identificação pode substituir a folha de rosto do relatório.

Classificação de segurança

Documento nº

Data (mês e ano)

Projeto nº

Título e subtítulo

nº do volume

nº da parte

Título do projeto

Entidade executora (autor coletivo)

Autor(s)

Entidade patrocinada (cliente ou destinatário principal)

Resumo (abstract)

Palavras-chave

nº de edição

nº de páginas

ISSN

Class. CDU ou CDD

Distribuidor

nº de exemplares

Preço

Observações

Figura 2

        7.7 – Terceira e quarta capas

7.7.1 – Para os relatórios de circulação restrita pode ser incluída, nas terceira capa, uma lista dos destinatários, bem como as formas de acesso e/ou meios de aquisição do documento.

7.7.2 – Este espaço pode ser utilizado, ainda, para informações relativas à impressão do relatório: endereço do impressor, formato, número do exemplar, etc.

  8 – Reprodução e Impressão:

    8.1 – Os relatórios técnico-científicos devem ser apresentados no formato A4(210 mm x 297 mm), conforme a NBR 5339.

    8.2 – O papel deve ser escolhido de acordo com o processo de reprodução a ser utilizado.

8.2.1 – A qualidade do papel deve assegurar a estabilidade da impressão, sem prejuízo de detalhes.

8.2.2 – A opacidade do papel deve permitir a legibilidade e a boa qualidade da impressão frente e verso.

8.2.3 – Não deve ser usado papel colorido para páginas impressas, a fim de evitar problemas quando da utilização de fotocópias, telecópias, microcópias e microfilmes.

    8.3 – O processo de impressão escolhido deve permitir o fornecimento de cópias limpas, claras e duráveis, qualquer que seja o recurso reprográfico utilizado.

8.3.1 – Na utilização de processos de reprodução tais como microfilmagem, devem ser observadas as normas e legislação existentes.

    8.4 – É recomendável a utilização de tinta preta sobre papel branco.

8.4.1 – As tintas devem ser escolhidas de forma a produzir, simultaneamente, um aspecto denso e preciso.

8.4.2 – Onde são usadas tintas coloridas, deve ser dada atenção especial à seleção entre tintas e cor do papel para não afetar a reprodução.

    8.5 – Todo sistema de encadernação que possibilite uma fixação resistente e durável, firmando o lado esquerdo do relatório é aceitável, na medida em que permite que o relatório fique aberto horizontalmente, para sua leitura, sem afetar a lombada.

8.5.1 – Não é aceitável a simples fixação no alto, à esquerda.

8.5.2 – as capas do relatório devem ser resistentes o suficiente para proteger o conteúdo por tempo razoável.

8.5.2.1 – Quando forem utilizadas capas coloridas, o contraste entre a capa e a impressão não deverá ser sensivelmente inferior ao contraste da tinta preta sobre o papel branco.

 

Informação   e documentação – Referência – Elaboração - NBR 6023 

1 – Objetivo:

    1. – Esta Norma especifica os elementos a serem incluídos em referências.

1.2 – Fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação.

1.3 – Destina-se a orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões e outros.

1.4 – Não se aplica às descrições usadas em bibliotecas e nem as substitui.

2 – Referências Normativas:

As normas relacionadas a seguir contém disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniências de se usar a edição mais recente da norma citada a seguir. A ABNT possui informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 6032: Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas – Procedimento

NBR 10520: Apresentação de citações em documentos – Procedimento

NBR 10522: Abreviação na descrição bibliográfica – Procedimento

 

3 – Definições:

Para os efeitos desta Norma aplicam-se as seguintes definições:

3.1 – Autor: Pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de um documento.

3.2 – Autor entidade: Instituição(ões), organização(ões), empresas, comitê(s), comissão(ões), entre outros, responsável(is) por publicações em que se distingue autoria pessoal.

3.3 – Capítulo, seção ou parte: Divisão de um documento, numerado ou não.

3.4 – Documento: Qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova. Inclui impressos manuscritos, registros audiovisuais e sonoros, imagens, entre outros.

3.5 – Edição: Todos os exemplares produzidos a partir de um original ou matriz. Pertencem à mesma edição de uma obra, todas as suas impressões, reimpressões, tiragem, etc., produzidas diretamente ou por outros métodos, sem modificações, independentemente do período decorrido desde a primeira publicação.

3.6 – Editora: Casa publicadora, pessoa(s) de Instituição responsável pela produção editorial. Conforme o suporte documental, outras denominações são utilizadas produtoras (para imagens em movimento), gravadora (para registros sonoros), entre outras.

NOTA: Não confundir com a designação do editor utilizada para indicar o responsável intelectual ou científico que atua na reunião de artigos para uma revista, jornal, etc. ou que coordena ou organiza a preparação de coletâneas.

3.7 – Monografia: Documento constituído de uma só parte ou de um número preestabelecido de partes que se complementam.

3.8 – Publicação Seriada: Publicação em qualquer tipo de suporte editada em unidades físicas sucessivas, com designações numéricas e/ou cronológicas, e destinada a ser construída indefinidamente. As publicações seriadas incluem periódicos, jornais, publicações anuais (relatórios, anuários, etc.), revistas, Atlas, comunicações de sociedade, entre outros.

NOTA: Não confundir com "coleção" ou "série editorial", que são recursos criados pelos editores ou pelas instituições responsáveis, para reunir conjuntos específicos de obras que recebem o mesmo tratamento gráfico-editorial (formato, características visuais e tipográficas, entre outras) e/ou que mantêm correspondência temática entre si. Uma coleção ou série editorial pode reunir monografias (como, por exemplo, Coleções Primeiros Passos, Série Nossos Clássicos, Série Literatura Brasileira, Série Relatórios) ou constituir publicação editada em partes, com objetivo de formar futuramente uma coleção completa (por exemplo: Série Século XX, Série Bom Apetite, entre outras).

3.9 – Referência: Conjunto padronizado de lementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual.

3.10 – Separata: Publicação de parte de um trabalho (artigo de periódico, capítulo de livro, colaborações em coletâneas, etc.), mantendo exatamente as mesmas características tipográficas e de formatação da obra original, que recebe uma capa, com as respectivas informações que a vinculam ao todo, e a expressão "Separata de" em evidência. As separatas são utilizadas para distribuição pelo próprio autor da parte, ou pelo editor.

3.11 – Subtítulo: Informações apresentadas em seguida ao título, visando esclarecê-lo ou completá-lo de acordo com o conteúdo do documento.

3.12 – Suplemento: Documento que adiciona a outro para amplia-lo ou aperfeiçoa-lo, sendo sua relação com aquele apenas editorial e não física, podendo ser editado com periodicidade e/ou numeração própria.

3.13 – Título: Palavra, expressão ou frase que designa o assunto ou o conteúdo de um documento.

 

4 – Elementos da Referência:

A referência é constituída de elementos essenciais e, quando necessário, acrescida de elementos complementares.

4.1 – Elementos essenciais

São as informações indispensáveis à identificação do documento. Os elementos essenciais estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo.

4.2 – Elementos complementares

São as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos. Em determinados tipos de documentos, de acordo como suporte físico, alguns elementos indicados nesta Norma como complementares podem tornar-se essenciais.

NOTA: Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. Quando isso não for possível, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes.

 

5 – Localização:

A referência pode aparecer:

  1. no rodapé;
  2. no fim de texto ou de capítulo;
  3. em lista de referências;
  4. antecedendo resumos, resenhas e recensões.

 

6 – Regras Gerais de Apresentação:

6.1 – Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentados em seqüência padronizada.

6.2 – Para compor cada referência, deve-se obedecer à seqüência dos elementos, conforme apresentados nos modelos de 7.1 a 7.13.

6.3 – As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a se identificar individualmente cada documento.

6.4 – A pontuação segue padrões internacionais e deve ser uniforme para todas as referências. As abreviaturas devem ser conforme a NBR 10522.

6.5 – O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento.

 

7 – Modelos de Referências:

7.1 – Monografia no todo

7.1.1 – Inclui livro, folheto, trabalho acadêmico (teses, dissertações, entre outros), manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário, etc.

7.1.2 – Os elementos essenciais são: autor(es), título, subtítulo (se houver), edição, local, editora e data de publicação.

7.1.3 – Os elementos complementares são: indicações de outros tipos de responsabilidade (ilustrador, tradutor, revisor, adaptador, compilador, etc.); informações sobre características físicas do suporte material, páginas e/ou volumes, ilustrações, dimensões, série editorial ou coleção, notas e ISBN (International Standard Book Numbering), entre outros.

Livro ® GOMES, L. G. F. P. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998. 137 p. 21 cm. (Coleção Antropologia e Ciência Política, 15). Bibliografia p. 131, 132. ISBN 85-228-0268-8.

® PERFIL da administração pública paulista. 6. ed. São Paulo: FUNDAP, 1994. 317 p. 28 cm. Inclui índice. ISBN 85-7285-026-0.

Tese ® BARCELOS. M. F. P. Ensaio tecnológico, bioquímico e sensorial de soja e guandu enlatados no estádio verde e maturação de colheita, 1998. 160 f. Tese (Doutorado em Nutrição) – Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

Folheto ® IBIOT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília, DF, 1993. 41 p.

Dicionário ® HOUAISS, A (Ed.). Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português, português/inglês. Co-editor Isamael Cardim. São Paulo: Folha da Manhã, 1996. Edição exclusiva para o assinante da Folha de são Paulo.

Guia ® BRASIL: roteiro turísticos. São Paulo: Folha da Manhã, 1995.319 p., il. (Roteiros turísticos Fiat). Inclui Mapa rodoviário.

Manual ® SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental. Estudo de impacto ambiental – EIA, Relatório de impacto ambiental – RIMA: manual de orientação. São Paulo, 1989. 48 p. (Série Manuais).

Catálogo ® MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo, SP). Museu da Imigração – São Paulo: catálogo. São Paulo, 1997. 16 p

® INSTITUTO MOREIRA SALLES. São Paulo de Vicenzo Pastore: fotografias: de 26 de abril a 3 de agosto de 1997, Casa de Cultura de Poços de Caldas, Poços de Caldas, MG [S.I.], 1997. 1 folder. Apoio Ministério da Cultura: Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Almanaque ® TORELLY, M. Almanaque para 1949: primeiro semestre ou Almanaque d’A Manhã. Ed. Fac-sim. São Paulo: Studioma: Arquivo do Estado, 1991. (Coleção Almanaques do Barão de Itararé). Contém iconografia e depoimentos sobre o autor.

7.2 – Parte de monografia

7.2.1 – Inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com autor(es) e/ou título próprios.

7.2.2 – Os elementos essenciais são: autor(es), título, subtítulo (se houver) da parte, seguidos da expressão "In:", e da referência completa da monografia no todo. No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada.

Parte de Coletânea ® ROMANO, G. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.) História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.

Capítulo de Livro ® SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In: ____. História do Amapá, 1º grau. 2.ed. Macapá: Valcan, 1994. cap 3. p. 15-24.

7.3 – Monografia em meio eletrônico

7.3.1 – Os elementos essenciais para referenciar monografias ou partes de monografias, obtidas em meio legível por computador são: autor(es), título/subtítulo (da parte e/ou da obra como um todo), dados da edição, dados da publicação (local, editor, data), nos mesmos padrões recomendados para os modelos apresentados em 7.1 e 7.2. Em seguida, devem-se acrescentar as informações relativas a descrição física do meio ou suporte.

7.3.2 – Quando se tratar de obras consultadas online são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < > , precedido da expressão "Disponível em:" e a data de acesso ao documento, precedida da expressão "Acesso em:".

NOTA: Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.

Enciclopédia ® KOOGAN, A., HOUAISS, A. (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de Angra Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM. Produzida por Videolar Multimídia.

Verbete de Dicionário ® POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam Informática, 1998. Disponível em < http??www.priberam.pt/dlDLPO> . Acesso em: 8 mar.1999.

Parte de Monografia ® SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. In: ______. Entendendo o meio ambiente. São Paulo, 1999. v. 1. Disponível em: < http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm> Acesso em: 8 mar. 1999.

7.4 – Publicação periódica

Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista, volume de uma série, número de jornal, caderno, etc. na íntegra, e a matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico (artigos científicos de revistas, editoriais, matérias jornalísticas, seções, reportagens, etc.).

7.4.1 – Publicação periódica como um todo

7.4.1.1 – A referência de toda a coleção de um título de periódico é utilizada em listas de referências e catálogos de obras preparados por livreiros, bibliotecas ou editoras.

7.4.1.2 – Os elementos essenciais são: título, local de publicação, editora, data de início da coleção e data de encerramento da publicação, se houver.

7.4.1.3 – Os elementos complementares são: informações sobre a periodicidade, mudanças de título ou incorporação de outros títulos, indicação de índices, ISSN (International Standard Serial Number), etc.

Coleção de Revista ® REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA, Rio de Janeiro: IBGE, 1939 – Trimestral. Absorveu Boletim Geográfico do IBGE. Índice acumulado, 1939-1983. ISSN 0034-723X.

® BOLETIM GEOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943-1978. Trimestral.

® SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL=REVISTA PAULISTA DE MEDICINA.São Paulo: Associação Paulista de Medicina, 1941-Bimestral. ISSN 0035-0362.

7.4.2 – Partes de uma publicação periódica (volume, fascículo, caderno ou outras)

Os elementos essenciais são: título da publicação, título da parte (se houver), local de publicação, editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, as informações de períodos e datas de sua publicação e as particularidades que identificam a parte. Quando necessário, ao final da referência, acrescentam-se notas relativas a outros dados necessários para identificar a publicação.

Número Especial de Revista ® CONJULTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de Janeiro: FGV. v. 38, n. 9. set. 1984. 135 p. edição especial.

Suplemento de Periódico ® PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS. Mão de obra e previdência. Rio de Janeiro: IBGE, v. 7, 1983. Suplemento.

Fascículo de Revista ® DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n. 148, 28 jun.2000.98 p.

7.4.2.1 – Artigo e/ou matéria de periódico

Os elementos essenciais são: autor(es) (se houver), título do artigo ou matéria, subtítulo (se houver), título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final do artigo ou matéria, as informações de período e data de publicação.

Artigo de Revista Institucional ® COSTA, V. R. À margem da lei: o Programa Comunidade Solidária. Em Pauta-Revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ. Rio de Janeiro, n. 12, p. 131-148, 1998.

Artigo de Revista ® GURGEL, C. Reforma do estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set., 1997.

® TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental Consultex Revista Jurídica, Brasília, DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev., 1997.

® MANSILLA, H. C. F. La controvérsia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. Revista Latinoamericana de Filosofia, Buenos Aires, v. 2, primavera, 1998.

7.4.2.2 – Artigo e/ou matéria de jornal

7.4.2.2.1 – Os elementos essenciais são: autor(es) (se houver), título, subtítulo (se houver), título do jornal, local de publicação, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente.

Artigo de Boletim de Empresa, Não Assinado ® COSTURA. X. P. U. R. Aldus, São Paulo, ano 1, n. 1, nov, 1997. Encarte técnico, p. 8.

Artigo de Jornal Diário ® NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p.13.

7.4.2.2.2 – Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

Matéria de Jornal Assinada ® LEAL, L. N. MP. Fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de janeiro, p. 3, 25 abr.1999.

7.4.2.3 – Artigo, matéria, reportagem publicados em periódicos, jornais e outros, em meio eletrônico

Devem-se mencionar os dados relativo ao material utilizado e citado, da mesma forma recomendada em 7.4.1 e 7.4.2, acrescentando-se as informações pertencentes ao suporte eletrônico, conforme 7.3.2.

NOTA: Pode ser necessário substituir as informações relativas à divisão do periódico (volume, fascículo, período de tempo abrangido pelo fascículo ou outras partes) por outra forma de divisão, característica do meio eletrônico.

Artigo de Revista ® SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto de Vista. Disponível em: < http://www.brazilnet.com.Br/contexts/brasilrevistas.htm> . Acesso em: 28 nov. 1998.

® RIBEIRO, P. S. G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica. Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em: < http://www.datavenia.inf.Br/frameartig.html> . Acesso em: 10 set. 1998.

Matéria de Revista Não Assinada ® WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. PC World, São Paulo, n. 75, set. 1998. Disponível: < http://www.idg.com,Br/abre.htm> . Acesso em: 10 set. 1998.

Matéria de Jornal Assinada ® SILVA, I. G> Pena de morte para o nascituro. O estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: < http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htm> . Acesso em: 19 set. 1998.

Artigo de Jornal Científico ® KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not online journalism. APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em: < http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html> . Acesso em: 25 nov. 1998.

Matéria de Jornal Não Assinada ® ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online. Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em: < http://www.diáriodonordeste.com.br> . Acesso em: 28 nov. 1998.

7.5 – Documento de evento

Inclui trabalhos apresentados em eventos (parte do evento) ou o conjunto dos documentos, reunidos num produto final do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações).

7.5.1 – Evento como um todo

7.5.1.1 – os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local de realização. Em seguida, deve-se mencionar o título, subtítulo (se houver) do documento (anais, atas, tópico temático etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e data da publicação.

7.5.1.2 – Os elementos complementares são: denominações de seções ou divisões do evento, indicação de quantidade de volumes ou partes, indicações de responsabilidade etc., nos mesmos padrões utilizados para outros documentos (conforme 7.1 a 7.4).

Anais de Congresso ® SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 13., 1995, Belo Horizonte. Anais...Belo Horizonte: UFMG, 1995. 665 p.

Proceedings de Encontro ® IUFOST INTERNACIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHANGES DURING FOOD PROCESSING, 1984, Valencia. Proceedings…Valencia Instituto de Agroquimica y Tecnologia de Alimentos, 1984.

Resumos de Encontro ® REUNIÃO ANNUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20., 1997. Poços de Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, 1997.

7.5.2 – Trabalho apresentado em evento

7.5.2.1 – Os elementos essenciais são: autor(es), título do trabalho apresentado, subtítulo (se houver), seguido da expressão "In:", título do evento, numeração do evento (se houver), ano e local de realização, título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), local, editora, data de publicação e página inicial e final da parte referenciada.

7.5.2.2 – Quando necessário, ao final da referência acrescentamos notas relativas a outros dados necessários para identificar a publicação.

Resumo de Trabalho de Congresso ® MARTIN NETO L; BAYER, C. MIELNICZUK, J. Alterações qualitativas da matéria orgânica e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho-escuro em diferentes sistemas de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 26., 1997, Rio de Janeiro: Resumos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1997, p. 443, ref 6-141.

Trabalho Publicado em Anais ® BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais, São Paulo, USP 1994. p. 16-29.

Colaboração em Reunião ® SOUZA, L. S.; BORGES, A. L.; REZENDE, J. O. Influência da correção e do preparo do solo sobre algumas propriedades químicas do solo cultivado com bananeiras. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 21., 1994, Petrolina. Anais...Petrolina: EMBRAPA, CPATSA, 1994, p. 3-4.

7.5.3 – Evento em meio eletrônico, no todo ou em parte

Após a indicação dos dados essenciais conforme 7.5.1 e 7.5.2, acrescentar as informações sobre o tipo de suporte eletrônico, o endereço eletrônico e a data de acesso ao documento , conforme 7.3.2.

Congresso Científico ® CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anbais eletrônicos... recife: UFPe, 1996. Disponível em: < http://www.propesq.ufpe.Br/anais/anais,htm> . Acesso em: 21 jan. 1997.

Trabalho de Congresso ® SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos...Recife: UFPe, 1996. Disponível em: < http://www.propesq.ufpe.Br/anais/anais/educ/ce04..htm> . Acesso em: 21 jan. 1997.

Trabalho de Seminário ® GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais...Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD.

Trabalho de Congresso ® SABROZA, P. C. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações, In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA, 4., 1998. Rio de Janeiro. Anais eletrônicos...Rio de Janeiro: ABRASCO, 1998. Mesa-redonda. Disponível em: < http://www.abrasco.com.br/epirio98/> . Acesso em: 17 jan. 1999.

® KRZYZANOWSKI, R. F. Valor agregado no mundo da informação, um meio de criar novos espaços competitivos a partir da tecnologia da informação e melhor satisfazer às necessidades dos clientes/usuários. In: CONGRESSO REGIONAL DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, 3., 1996, Rio de Janeiro. Interligações da tecnologia da informação: um elo futuro. Disponível em: < http://www.bireme.br/cgi-bin/crics3/texto?titulo=VALOR+AGRAGADO+NO+MUNDO> Acesso em: 26 jan. 1999.

7.6 – Patente

Os elementos essenciais são: entidade responsável, autor, título, número da patente e datas (do período de registro).

Registro de Patente ® EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multisensor de temperatura para solos. BR n. Pl 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

7.7 – Documento jurídico

Inclui legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais).

7.7.1 – Legislação

7.7.1.1 – Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em todas as suas formas, resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço, instrução normativa, comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre outros).

7.7.1.2 – Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade no caso de se tratar de normas), título, numeração e data, ementa e dados da publicação. Quando necessário, ao final da referência acrescentam-se notas relativas a outros dados necessários para identificar o documento.

Constituição Federal ® BRASIL. (Constituição 1988) Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado 1988.

Emenda Constitucional ® BRASIL. (Constituição 1988). Emenda Constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Da nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterado e inserindo parágrafos. Lex-Coletânea de Legislação e Jurisprudência: legislação federal e marginalia, São Paulo, v. 59, p. 1966, out/dez.1995.

Medida Provisória ® BRASIL. Medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

Decreto ® SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do Estado e dá providências correlatas. Lex-Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

Resolução do Senado ® BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº 17, de 1991. Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo 2º, do artigo 1º da Resolução nº 72, de 1990. Coleção de leis da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 183, p. 1156-1157, maio/jun. 1991.

Consolidação de Leis ® BRASIL. Consolidação das Leis de Trabalho. Decreto-lei nº 5.452, de 01 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis de trabalho. Lex-Coletânea de Legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

Código ® BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

7.7.2 – Jurisprudência (decisões judiciais)

7.7.2.1 – Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças, e demais decisões judiciais.

7.7.2.2 – Os elementos essenciais são:jurisdição e órgão competente, título (natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados da publicação.

Apelação Cível ® BRASIL. Tribunal Regional Federal. Região, 5. Administrativo. Escola Técnica Federal. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos, instituído pela Lei nº 8.270/91. Predominância da lei sobre a portaria. Apelação cível nº 42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex-Jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998.

Habeas Corpus ® BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Processual Penal. Habeas-corpus. Constrangimento ilegal. Habeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex-Jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.

Súmula ® BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível por ato administrativo restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. In: ________. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

7.7.3 – Doutrina

7.7.3.1 – Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais, consubstanciada em forma convencional ou em meio eletrônico: monografias, artigos de periódico, papers, artigos de jornal, congressos, reuniões etc.

7.7.3.2 – Para a referenciação de doutrina aplicam-se as regras indicadas de 7.1 a 7.5, de acordo com o tipo de publicação.

Doutrina (em forma de artigo de periódico) ® BARROS, R. G. de. Ministério público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

7.7.4 – Documento jurídico em meio eletrônico

É essencial, após indicar os elementos conforme 7.7.1 a 7.7.3, acrescentar o endereço eletrônico e data de acesso, conforme 7.3.2.

Legislação ® BRASIL. Lei nº 9.887 de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível em: < http://www.in.gov.Br/mp_leis/leis_texto:asp?ld=LEI%20988> .Acesso em: 22 dez. 1999.

Súmula em Homepage ® BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo restingir, em razão de idade, incrição em concurso para cargo público. Disponível em: < http://www.truenetm.com,Br/jurisnet/sumusSTF.html> . Acesso em: 29 nov. 1998.

Súmula em Revista Eletrônica ® BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão da idade, inscrição em concurso para cargo público. Julgamento. 1963/12/16. SUDIN vol. 0000-01 PG00037. Revista Experimental de Direito e Telemática. Disponível em: < http://www.prodau-sc.com.Br/ciberjur/stf.html> . Acesso em: 29 nov. 1998.

7.8 – Imagem em movimento

7.8.1 – Inclui filmes, fitas de vídeo, DVD, entre outros.

7.8.2 – Os elementos essenciais são: título, subtítulo (se houver), créditos (diretor, produtor, realizador, roteirista e outros), elenco relevantes, local, produtora, data, especificação do suporte em unidades físicas e duração.

7.8.3 – Os elementos complementares são: sistema de reprodução, indicadores de som e cor e outras informações relevantes.

Videocassete ® OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 fita de vídeo (30 min), VHS, son. Color.

Filme Longa Metragem ® CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pêra; Vinícius de Oliveira; Sônia Lira, Othon Bastos; Matheus Machtergaele e outros. [S.l.]: Lê Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 filme (106 min), son., color., 35 mm.

Filme Longa Metragem em DVD ® BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michael Deeley. Intérpretes: Harrison Ford; Rutger Hauer; Sean Yaung; Edward James Olmos e outros. Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. Música: Vangelis. Los Angeles: Warner Brothers, c1991. 1 DVD (117 min), widescreen, color. Produzido porWarner Video Home. Baseado na novela "Do androids dream of electric sheep?"de Philip K. Dick.

7.9 – Documento iconográfico

7.9.1 – Inclui documentos bidimensionais tais como original e/ou reprodução de obra de arte, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme, material estereográfico, transparência, cartaz entre outros.

7.9.2 – Os elementos essenciais são: autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação necessário, ao final da referência acrescentam-se notas relativas a outros dados necessários para identificar o documento.

7.9.3 – Quando o documento estiver em forma impressa ou em meio eletrônico, acrescentam-se os dados da publicação (local, editor, data) ou o endereço eletrônico, conforme 7.3.2.

Fotografia em Papel ® KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes, 1980. 1 fot., color., 16 cm X 56 cm.

Fotografia Publicada em Jornal ® FRAIPONT, E. Amílcar II. O Estado de São Paulo, São Paulo, 30 nov. 1998,. Caderno 2, Visuais. P. D2. 1 fot., p&b. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola.

Conjunto de Transparências ® O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo, CERAVI, 1985. 22 transparências, color., 25 cm X 20 cm.

Diapositivos (Slides) ® O DESCOBRIMENTO do Brasil. Fotografia de Carmem Souza.Gravação de Marcos Lourenço. São Paulo, CERAVI, 1985. 31 diapositivos: color. + 1 fita cassete sonoro (15 min) mono.

Gravura ® SAMÚ, R. Vitória: 18:35 h. 1977. 1 grav., serigraf., color., 46 cmX 63 cm. Coleção particular.

Pintura a óleo ® MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras, 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40 cm X 50 cm. Coleção Particular.

Imagem em Arquivo Eletrônico ® VASO. TIFF. Altura: 1083 pixels. Largura: 827 pixels. 300 dpi. 32 BIT CMYK. 3.5 Mb. Formato TIPF bitmap. Compactado. Disponível em: < C:\Carol\VASO.TIFF.1999. Acesso em: 28 out. 1999.

Desenho Técnico ® LEVI, R. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengori à Rua da Paz, esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio. n. 1930-33. 997. 108f. Plantas diversas. Originais de papel vegetal.

® DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Hotel Porto do Sol São Paulo, ar condicionado e ventilação mecânica fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 jul, 1996. Projeto final. Desenhista: Pedro. Nº da obra: 1744/96/Folha 10.

7.10 – Documento cartográfico

Inclui Atlas, mapa, globo, fotografia de área entre outros. As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos (conforme 7.1 a 7.5) acrescidos das informações técnicas sobre escalas e outras representações utilizadas (latitudes, longitudes, meridianos etc.) formato e/ou outros dados mencionados no próprio item, sempre que necessário para a sua identificação.

Atlas ® ATLAS. Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britância do Brasil, 1981.

® INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões de governo do Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. Plano Cartográfico do Estado de São Paulo. Escala 1:2.000.

Mapa ® BRASIL e parte da América do Sul: mapa político, escolar, rodoviário, turístico e regional. São Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa, color., 79 cm X 95 cm. Escala 1:600.000.

Fotografia Aérea ® INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo, 1986. Fx 28, n. 15. Escala1:35.000.

Imagem de Satélite ® LANDSAT TM 5. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, 1987-1988. Imagem de satélite. Canais 3, 4 e composição colorida 3, 4 e 5. Escala 1:100.000.

Imagem de Satélite, Digital ® ESTADOS UNIDOS. National Oceanic and Atmospheric Administration. GOES-08: SE. 13 jul. 1999, 17:45Z. IR04. Itajaí: UNIVALI. Imagem de satélite: 1999071318.GIF:557 Kb.

7.11 – Documento sonoro e musical

Inclui disco, CD (compact disc), fita cassete, fita magnética de rolo, partituras, entre outros.

7.11.1 – Documento sonoro no todo

Os elementos essenciais são: compositor(es) ou intérprete(s), título, subtítulo (se houver), outras indicações de responsabilidade (entrevistadores, diretor artístico, produtor etc.), local, gravadora (ou equivalente), data, especificação do suporte em características físicas e duração. Quando necessário, ao final da referência, acrescentam-se notas relativas a outros dados.

CD (vários compositores e intérpretes) ® MPB especial. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay, c1995. 1 CD (50 min). (Globo collection, 2)

Long Play (um intérprete e vários compositores) ® ALCIONE. Ouro e Cobre. Direção artística: Miguel Propschi. São Paulo. RCA Victor. p.1988. 1 disco sonoro (45 min), 33 1/3 rpm, estéreo, 12 pol.

Entrevista gravada ® SILVA, L. I. L. da. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 1991]. Entrevistadores: V. Tremel e M. Garcia. São Paulo: SENAI-SP, 1991. 2 fitas cassete (120 min), 3 ¾ pps., estéreo. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP.

Fita cassete ® FAGNER, R. Revelação. Rio de Janeiro: CBS, 1988. 1 fita cassete (60 min), 3 ¾ pps., estéreo.

CD (um intérprete e vários compostores) ® SIMONE. Face a face. [S.I.]. Emil Odeon. Brasil, p1977. 1 CD (ca. 40 min). Remasterizado em digital.

7.11.2 – Documento sonoro em parte

Os elementos essenciais são: compositor(es) ou intérpretes da parte (ou faixa de gravação), título, subtítulo (se houver), indicações de responsabilidade (arranjadores etc.), seguidos da expressão "In:", e da referência do documento sonoro no todo. No final da referencia, deve-se informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada.

Faixa de Long Play ® ALCIONE. Toque macio. A. Gino. [Compositor]. In: ____. Ouro e cobre. Direção artística: Miguel Propscht. São Paulo. RCA Victor, p1998. São Paulo: RCA Victor, p1988. 1 disco sonoro (15 min), 33 1/3 rpm, estéreo., 12 pol. Lado A, faixa 1 (4 min, 3 s).

Faixa de CD ® SIMONE. Jura secreta. S. Costa, A. Silva. [Compositores]. In: ______. Face a face. [S.I.]: Emi-Odeon Brasil, p 1977. 1 CD (ca 40 min). Faixa 7 (4 min 22 s). Remasterizado em digital.

7.11.3 – Partitura

Os elementos essenciais são: autor(es), título, subtítulo (se houver), local, editora, data e suas características.

Partitura ® BARTÓK, B. O mandarim maravilhoso: op. 19. Wirn Universat. 1952. 1 partitura (73 p.) Orquestra.

® GALLET, L (Org.) Canções populares brasileiras. Rio de Janeiro. Carlos Wehns, 1851. 1 partitura (23 p.). Piano.

® VILLA-LOBOS, H. Coleções de quartetos moderno: cordas. Rio de Janeiro: [s.n], 1916. 1 partitura (23 p.). Violoncelo.

7.12 Documento tridimensional

7.12.1 – Inclui esculturas, maquetes objetos e suas representações (fósseis, esqueletos, objetos de museu, animais empalhados, monumentos, entre outros).

7.12.2 – Os elementos essenciais são: autor(es), quando for possível identificar o criador artístico do objeto, título e subtítulo (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou descrever o objeto), data, características físicas (especificação: do objeto, materiais, técnicas, dimensões, entre outras). Quando necessário à identificação, acrescentam-se outras informações no final da referência (conforme 8.11).

Escultura ® DUCHAMP, M. Escultura paara viajar. 1918. 1 escultura variável, borracha colorida e cordel, dimensões ad lib. Original destruído. Cópia por Richard Hamilton, feita por ocasião da retrospectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em 1966. Coleção de Arturo Schwartz. Título original: Sculpture for travelling.

Objeto de Museu ® TAÇA de vidro à maneira de Veneza, com a imagem de Nossa Senhora e o menino no fuste também decaorado com detalhes azuis. Europa, séc XVIII-XIX. 10,7 cm de diâm. X 24,5 cm de alt.

® BULE de porcelana: família rosa, decorado com buquês e guirlandas de flores sobre fundo branco, pegador de tampa em formato de fruto. Marca Companhia das Índias. China, séc. XIX. 17 cm de alt.

7.13 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

7.13.1 – Inclui bases de dados, lista de discussão, BBS (site), arquivos em disco rígido, disquete, programas e conjunto de programas, mensagens eletrônicas entre outros.

7.13.2 – Os elementos essenciais são: autor, denominação ou título e subtítulo (se houver) do serviço ou produto, indicações de responsabilidade, endereço eletrônico e data de acesso, conforme 7.3.2.

NOTA: No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo.

Banco de Dados ® BIRDS from Amapá: banco de dados. Disponível em: <http://www.bdt.org/bdt/avifauna/aves>. Acesso em: 25 nov. 1998.

® ÁCAROS no Estado de São Paulo (Enseius concordis), banco de dados preparado por Carlos H.W. Flechtmann. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA "ANDRÉ TOSELLO". Bases de Dados Tropical: no ar desde 1985. Disponível em: <http://www.bdt.org/bdt/acarosp>. Acesso em: 28 nov. 1998.

Lista de Discussão ® BIOLINE Discussion List. List maintained by the Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível em: <lisserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 nov. 1998.

Catálogo Comercial em Homepage ® BOOK ANNOUNCEMENT 18 MAY 1997. Produced by J. Drummond. Disponível em: <http://www.bdt.org.br/bioline/DBSearch?BIOLINE-L+READC+57>. Acesso em: 25 nov. 1998.

Homepage Institucional ® CIVITAS. Coordenação de Simão Pedro P. Marinho. Desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 1995-1998. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades. Disponível em: <http://www.gcsnet.com.br/oamis/civitas>. Acesso em: 27 nov. 1998.

® GALERIA virtual de arte do Vale do Paraíba. São José dos Campos, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 1998. Apresenta reproduções vistuais de obras de artistas plásticos do Vale do Paraíba. Disponível em: <http://www.vitualvale.com,br/galeria>. Acesso em 27 nov. 1998.

Arquivo em disquete ® UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Bilbioteca Central. Normas. doc.normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 7 mar. 1998. 5 disquetes, 3 ½ pol. Word for Windows 7.0.

Case de Dados ® UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de Ciências e Tecnologia. Mapas. Curitiba, 1997. Base de Dados em Microlsis, versão 3.7

Programna (software) ® MICROSOFT Project for Windows 95, version 4.1: project planning software. [S.I.]: Microsoft Corporation, 1995. Conjunto de programas. 1 CD-ROM.

Brinquedo Interativo CD-ROM ® ALLIE’S play house. Palo Alto, CA.: MPC/Opcode Interactive, 1993. 1 CD-ROM. Windows 3.1

Software Educativo CD-ROM ® PAU no gato! Por quê? Rio de Janeiro: Sony Music Book Case MULTIMÍDIA Educational, [1990]. 1 CD-ROM. Windows 3.1.

E-mail ® ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <mtmmendes@uol.com.br> em 26 jan. 2000.

NOTA: As mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em discussão. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal, interpessoal e efêmero e desaparecem rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica de pesquisa.

 

8 – Transcrição dos elementos:

Os padrões indicados nesta Norma para apresentação dos elementos que compõem as referências aplicam-se a todos os tipos de documentos (ver seção 7).

8.1 – Autoria

8.1.1 – Autor pessoal

8.1.1.1 – Indicam-se o(s) autor(es) pelo útlimo sobrenome, em maiúculas, seguido do(s) prenomes(s) e outros sobrenomes, abreviados ou não. Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula, seguido de espaço.

® ALVES, Roque de Brito. Ciência criminal. Rio de Janeiro: Forense, 1995.

® DAMIÃO, Regina Toledo; HENRIQUES, Antonio. Curso de direto jurídico. São Paulo: Atlas, 1995.

® PASSOS, L. M. M.; FONSECA, A.; CHAVES, M. A. Alegria de saber: matemática, segunda série, 2, primeiro grau: livro do professor. São Paulo: Scipione, 1995. 136 p.

8.1.1.2 – Quando existirem amais de três autores, indica-se o primeiro, acrescentando-se a expressão et al.

® URANI, A et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.

NOTA: Em casos específicos (projetos de pesquisa científica, indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento etc.), nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria, é facultado indicar todos os nomes.

8.1.1.3 – Para definição da forma correta de entradas de nomes compostos, estrangeiros etc. devem ser utilizadas as fontes adequadas (código de catalogação, catálogos de bibliotecas, indicadores, bibliografias etc.).

8.1.1.4 – Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deve ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor, coordenador etc.), entre parênteses.

® FERREIRA, L. P. (Org.). O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991.

® MARCONDES, F.; LIMA, I. N. de (Coord.). Dietas em pediatria clínica. 4. ed. São Paulo: Sarvien, 1993.

® MOORE, W. (Ed.). Construtivismo del movimiento educacioanl: soluciones. Córdoba, AR. [S.I.], 1990.

® LUJAN, R. P. (Comp.). Um presente especial. Tradução Sonia da Silva. 3 ed. São Paulo: Aquariana, 1998. 167 p.

8.1.1.5 – Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.

® DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livra, 1993. 64 p.

8.1.1.6 – No caso da obra publicada sob pseudônimo, este deve ser adotado na referência.

® DINIZ, J. As pupilas do senhor reitor. 15 ed. São Paulo: Ática, 1994. 263 p. (Série Bom Livro).

8.1.1.7 – Quando necessário, acrescentam-se outros tipos de responsabilidade logo após o título, conforme aparecem no documento.

® DANTE ALIGHIERI. A divina comédia. Tradução, prefácio e notas: Hernani Donato. São Paulo: Círculo do Livro, 1993. 644 p.

® GOMES, O. O direito de família. Atualização e notas de Humberto Theodoro Júnior. 11 ed. Rio de Janeiro: Forense, 1995. 562 p.

® ALBERGARIA, L. Cinco anos sem chover: história de Lino de Albergaria. Ilustrações de Paulo Lyra. 12 ed. São Paulo: FTD, 1994. 63 p.

8.1.1.8 – Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade, aplica-se o recomendado em 8.1.1.2.

8.1.2. – Autor entidade

8.1.2.1 – As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais, empresas, associações, congressos, seminários etc.) têm entrada pelo seu prórpio nome, por extenso.

® ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: apresentação de citações em documentos: procedimento. Rio de janeiro, 1988.

® UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da Universidade de São Paulo, 1992. São Paulo, 1993. 467 p.

® CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 10., 1979, Curitiba. Anais...Curitiba: Associação Bibliotecária do Paraná, 1979. 3 v.

8.1.2.2 – Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome do órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.

® SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo, 1993. 35 p.

® BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília. DF, 1993. 28 p.

8.1.2.3 – Quando a entidade, vinculada a um órgão maiôs, tem uma denominação específica que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses.

® BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da diretoria geral: 198 4. Rio de Janeiro, 1985. 40 p.

® BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). O 24 de julho de 1833 e a guerra civil de 1829-1834. Lisboa, 1983. 95 p.

8.2 – Título e Subtítulo

8.2.1 – O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separados por dois pontos.

® PASTRO, C. Arte sacra: espaço sagrado hoje. São Paulo: Loyola, 1993. 343 p.

8.2.2 – Em títulos e subtítulos demasiadamente longos, podem-se suprimir as últimas palavras, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências.

® GONSALVES, P. E. (Org.) A criança: perguntas e respostas: médicos, psicólogos, professores, técnicos, dentistas... Prefácio do prof. Dr. Carlos da Silva Lacz. São Paulo: Cultrix: Ed. Da USP, 1971.

8.2.3 – Quando o título aparecer em mais de uma língua, registra-se o primeiro. Opcionalmente, registra-se o segundo ou o que estiver em destaque, separando-o do primeiro pelo sinal de igualdade (conforme 7.4.1.3, exemplos).

8.2.4 – Quando se referenciam periódicos no todo (toda a coleção) ou quando se referencia integralmente um número ou fascículo, o título deve ser o primeiro elemento da referência devendo figurar em letras maiúsculas.

® REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECANOMIA E DOCUMENTAÇÃO. São Paulo: FEBAB, 1973-1992.

8.2.5 – No caso de periódico com título genérico incorpora-se o nome da entidade autora ou editora, que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes.

® BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965-.Trimestral.

8.2.6 – Quando necessário, abreviam-se os títulos dos periódicos, conforme a NBR 6032.

® LEITÃO, D. M. A informação como insumo estratégico. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p. 118-123, maio/ago. 1989.

8.3 – Edição

8.3.1 – Quando houver uma indicação de edição, esta deve ser transcrita, utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra "edição", ambas na forma adotada na língua do documento.

® SCHAUM, D. Schaum’s outline of theory and problems. 5 th ed. New York: Schaum Publishing, 1956. 204 p.

® PEDROSA, I. Da cor à cor existente. 6. ed. Rio de Janeiro: L. Cristiano, 1995. 219 p.

8.3.2 – Indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada.

® FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 3. ed. ver. e aum. Belo Horizonte: Ed. Da UFMG, 1996.

8.4 – Local

8.4.1 – O nome do local 9cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento.

® ZANI, R. Beleza, saúde e bem-estar. São Paulo: Saraiva, 1995.

8.4.2 – no caso de homônimos de cidades, acrescentam-se o nome do estado, do país etc.

® Viçosa, AL

® Viçosa, MG

® Viçosa, RJ

8.4.3 – Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou mais destacado.

® SWOKOWSKI, E. W.; FLORES, V. R. L. F.; MORENO, M. Q. Cálculo de geometria analítica. Tradução de Alfredo Alves de Faria. Revisão técnica Antonio Pertence Júnior. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994. 2 v.

NOTA: Na obra: São Paulo – Rio de janeiro – Lisboa – Bogotá – Buenos Aires – Guatemala – México – New York – San Juan – Santiago etc.

8.4.4 – Quando a cidade não aparecer no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre colchetes.

® LAZZARINI NETO, S. Cria e recria [São Paulo]: SDF Editores, 1994. 108 p.

8.4.5 – Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão Sine Ioco, abreviada, entre colchetes [S.I.].

® OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S.I.]: Ex Libris, 1981. 60 l.

® KRIEGER, G.; NOVAES, L. A.; FARIA, T. Todos os sócios do presidente. 3 ed. [S.I.]: Scritta, 1992. 195 p.

8.5 – Editora

8.5.1 – O nome da editora deve ser indicado tal como firua no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam dispensáveis para identificação.

® DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Bole. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 167 p. il. 21 cm. Bibliografia: p. 166-167. ISBN 85-224-1256-1.

NOTA Na publicação Editora Atlas.

® LIMA, M. Tem encontro com Deus: teologia para leigos. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1986.

NOTA: Na publicação: Livraria José Olympio Editora.

8.5.2 – Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparece com maio destaque na página de rosto. Se os nomes das editora estiverem com igual destaque, indica-se a primeira. As demais podem ser também registradas com os respectivo lugares.

® ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria; MAIA, Carlos A. (Coord.) História da ciência: o mapa do conhecimento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: EDUSP. 1995. 96 p. (América 500 anos, 2).

® FIGUEIREDO, N. M. Metodologia para a promoção do uso da informação: técnicas aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e especializadas. São Paulo: Nobel, 1990.

NOTA: Na publicação Nobel e APB.

8.5.3 – Quando a editora não é identificada, deves-e indicar a expressão sine nomine; abreviatura, entre colchetes [s.n.].

® FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. Brasília, DF: [s.n.], 1993. 107 p.

8.5.4 – Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as expressões, abreviadas e entre colchetes [S.I.: s.n.].

® GOLÇALVES, F. B. A história de Mirador. [S.I.: s.n.], 1993.

8.5.5 – Quando a editora é a mesma instituição responsável pela autoria e já tiver sido mencionada não é indicada.

® UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIOÇOSA. Catálogo de graduação. 1994-1995. Viçosa, MG, 1994. 385 p.

8.6 – Data

8.6.1 – A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.

® LEITE, C. B. O século do desempenho. São Paulo: LTr, 1994. 160 p.

8.6.2 – Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma data, seja da publicação, da impressão, do copirraite ou outra.

® CIPOLLA, S. Eu e a escola, 2ª série. São Paulo: Paulinas, 1993. 63 p.

8.6.3 – Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado:

® [1971 ou 1972] um ano ou outro

® [1969?] data provável

® [1973] data certa, não indicada no item

® [entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos

® [ca. 1960] data aproximada

® [197-] década certa

® [197-?] década provável

® [18--] século certo

® [18--?] século provável

® FLORENZANO, E. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de janeiro: Ediouro, [1993]. 383 p.

8.6.4 – Caso existam duas datas, ambas podem ser indicadas, desde que saja mencionada a relação entre elas.

® CHAVE bíblica. Brasília, DF: Sociedade B’blica do Brasil, 1970. (impressão 1994). 511 p.

8.6.5 – Nas referências de vários volumes de um documentos, produzidos em um período, indicam-se as datas inicial e final da publicação.

® RUCH, G. História geral da civilização: da Antiguidade ao XX século. Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1926-1940. 4 v. il. 19 cm.

8.6.6 – Em listas e catálogos, para as coleções de periódicos em curso de publicação, indica-se apenas a data inicial seguida de hífen e um espaço.

® GLOBO RURAL. São Paulo: Rio Gráfica, 1985-. Mensal.

8.6.7 – Em caso de publicação periódica, indica-se a data inicial e final do período de edição, quando se tratar de publicação encerrada.

® DESENVOLVIMENTO & CONJULTURA. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da Indústria, 1957-1968. Mensal.

8.6.8 – Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma original da publicação. Não se abreviam palavras de quatro ou menos letras.

® ALCARDE, J. C.; RODELLA, A. A. A. O equivalente em carbonato de cálcio dos corretivos da acidez dos solos. Scientia Agrícola, Piracicaba. V. 53, n. 2/3, p. 204-210. maio/dez. 1996.

® BENNETTON, M. J. Terapia ocupacional e reabilitação psicossocial: uma relação possível. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo. São Paulo, v. 4, n. 3, p. 11-16, mar. 1993.

8.6.9 – Se a publicação indicar, em lugar dos meses, as estações do ano ou as divisões do ano em trimestres, semestres etc., transcreve-se os primeiros tais como figuram no documento e abreviam-se os últimos.

® MANSILLA, H. C. F. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. Revista Latinoamericana de Filosofia, Buenos Aires, v. 24, n. 2, primavera 1998.

® FIGUEIREDO, E. Canadá e Antilhas: línguas populares, oralidade e literatura. Gragoatá, Niterói, n. 1, p. 127-136, 2. sem. 1996.

8.7 – Descrição física

8.7.1 – Deve-se registrar o número da última página, folha ou coluna de cada seqüência, respeitando-se a forma utilizada (letras, algarismos romanos e arábicos).

® LUCCI, E. A., Viver e aprender: estudos sociais, 3: exemplar do professor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 96, 7 p.

® FELIPE, J. F. A. Previdência social na prática forense. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1994.viii, 236 p.

® JAKUBOVIC, J; LELLIS, M. Matemática na medida certa, 8. série: livro do professor. 2. ed. São Paulo, 1994. 208, xxi p.

8.7.2 – Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física, ou seja, um volume, deve-se indicar o número total de páginas ou folhas seguido da abreviatura "p"ou "f".

NOTA: A folha é composta de duas páginas: anverso e verso. Alguns trabalhos, como teses e dissertações, são impressos apenas no anverso e neste caso, indica-se f.

® PIAGET, J. Para onde vai e educação. 7. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1980. 500 p.

® TABAK, F. A lei como instrumento de mudança social. Fortaleza: Fundação Waldemar Alcântara, 1993. 17 f.

8.7.3 – Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física, ou seja, mais de um volume, deve-se indicar a quantidade de volume, seguida da abreviatura "v".

® TOURINHO FILHO, F. C. Processo penal. 16 ed. Ver. E atual. São Paulo: Saraiva, 1994. 4. v.

8.7.4 – Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos, deve-se indicar o primeiro número de volumes bibliográficos, seguido do número de volumes físicos.

® SIVA, D. P. Vocabulário jurídico. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1996. 5. v. em 3.

8.7.5 – Quando referenciarem partes de publicações, deve-se mencionar os números das páginas inicial e final, precedidos da abreviatura "p" ou indica-se o número do volume, precedido da abreviatura "v".

® REGO, L. L. B. O desenvolvimento cognitivo e a prontidão para a alfabetização. In: CARRARO, T. N. (Org.) Aprender pensando. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. p. 31-40.

8.7.6 – Quando a publicação não foi paginada ou a numeração de páginas for irregular, deve-se indicar esta característica.

® MARQUES, M. P.; LANZELOTTE, R. G. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o Projeto Portinari. Rio de Janeiro. PUC, Departamento de Informática, 1993. Paginação irregular.

® SISTEMA de ensino Tamandaré: sargentos do Exército e da Aeronáutica [Rio de Janeiro]: Colégio Curso Tamandaré, 1993. Não paginado.

8.8 – Ilustrações

Indicam-se as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura "il."; para ilustrações coloridas, usar "il. color.".

® CESAR, A. M. A bala e a mitra. Recife: Bagaço, 1994. 267 p., il.

® AZEVEDO, M. R. de. Viva vida: estudos sociais, 4. São Paulo: FTD, 1994. 194 p., il. Color.

® BATISTA, Z.; BATISTA, N.O foguete do Guido. Ilustrações de Marilda Castanha. São Paulo. Ed. Do Brasil, 1992. 15 p., principalmente il. color.

® CHUEIRE, C. marca angelical. Ilustração Luciane Fadel. Petrópolis: Vazes, 1994. 18 p., sorrenteil. 20 cm. ISBN, 85-326-1087-0.

8.9 – Dimensões

Em listas de referências, se necessário, pode-se indicar a altura do documento em centímetros e, em caso de formatos excepcionais, também a largura. Em ambos os casos, deve-se aproximar as frações ao centímetro seguinte, com exceção de documentos tridimensionais, cujas medidas devem ser dadas com exatidão (conforme 7.12.2).

® DURAN, J. J. Iluminação para vídeo e cinema. São Paulo: [s.n.], 1993. 126 p., 21 cm.

® CHEMELLO, T. Lãs, linhas e retalhos. 3 ed. São Paulo: Global, 1993. 61 p., il., 16 cm X 23 cm.

8.10 – Séries e coleções.

Após todas as indicações sobre os aspectos físicos, podem ser incluídas as notas relativas a séries e/ou coleções. Indicam-se os títulos das séries e coleções e sua numeração tal como figuram no documento entre parentêses.

® ARBEX JUNIOR, J. Nacionalismo: o desafio à nova ordem pós-socialista. São Paulo: Scipione, 1993. 104 p., il., 23 cm. (Historio em aberto).

® CARVALHO, M. Guia prático do alfabetizador. São Paulo: Ática, 1994. 95 p., 21 cm. (Princípios, 243).

® MIGLIORI, R. Paradigmas e educação. São Paulo: Aquariana, 1993. 20 p., 23 cm. (Visão do futuro, v. 1).

® AMARAL SOBRINHO, J. Ensino fundamental: gastos da União e do MEC em 1991: tendências, Brasília, DF: IPEA, 1994. 8 p. (Texto para discussão, n. 31).

® RODRIGUES, A. Teatro completo. Organização geral e prefácio Sábato Magaldi. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. 1134 p., 19 cm. (Biblioteca luso-brasileira. Série brasileira).

8.11 – Notas

Sempre que necessário à identificação da obra, podem ser incluídas notas com informações complementares ao final da referência, sem destaque tipográfico.

8.11.1 – Em documentos traduzidos, pode-se indicar o título no idioma original, quando mencionado.

® CARRUTH, J. A nova casa do Bebeto. Desenhos de Tony Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Círculo do Livro, 1993. 21 p. Título original: Moving house.

8.11.2 - No caso de tradução feita com base em outra tradução, indica-se, além da língua do texto traduzido, a do texto original.

® SAADI. O jardim das rosas... Tradução de Aurélio Buarque de Holando. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1944. 124 p., il. (coleção Rubaiyat). Versão francesa de: Franz Toussaint. Original, árabe.

® MANDINO,O. A universidade do sucesso. Tradução de Eugênia Loureiro. 6. ed. Rio de Janeiro: Record, 1994. 562 p., 21 cm. Título original: The university of success.

8.11.3 – As separatas, reimpressões etc. devem ser transcritas como figuram na publicação.

® MAKAU, A. B. Esperanza de la educacionhoy-Lisboa. J. Piaget, 1962. Separata de: MOORE, W. (Ed.) Construtivismo Del movimiento educacional: soluciones: Córdoba, AR: [s.n.], 1960. p. 309-340.

® LION, M. F.; ANDRADE, J. Drogas cardiovasculares e gravidez. Separata de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 37, n. 2, p. 125-127, 1981.

8.11.4 – Nas dissertações, teses e/ou outros trabalhos acadêmicos devem ser indicados em nota o tipo de documento, (monografia, dissertação, tese etc.), o grau, a vinculação acadêmica local e data da defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver).

® MORGADO, M. L. O. Reimplante dentário. 1990. 51 f. Manografia (Especialização). Faculdade de Odontologia, Universidade Camilo Castelo Branco, São Paulo, 1990.

® ARAÚJO, U. A. M. Máscaras inteiriças Tukúna: possibilidades de estudo de artefatos de museu para o conhecimento do universo indígena. 1995. 102 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. 1986.

8.11.5 – Outras notas podem ser incluídas desde que sejam importantes para a identificação e localização de fontes de pesquisa.

® LAURENTI, R. Mortalidade pré-natal. São Paulo: Centro Brasileiro de Classificação de Doenças, 1978. Mimeografado.

® MARINS, J. L. C. Massa calcificada da naso-faringe. Radiologia Brasileira, São Paulo, n. 23, 1991. No prelo.

® MALAGRINO, W. et al. Estudos preliminares sobre os efeitos de baixas concentrações de detergentes amiônicos na formação do bisso em Branchiidontas solisiannus. 1985. Trabalho apresentado ao 13º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Maceió, 1985. Não publicado.

® ZILBERMAN, R. A leitura e o ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1988. 146 p. Recensão de: SILVA, E. T. Ci. Inf., Brasília,. DF, v. 17, n. 2, jul./dez. 1988.

® MATSUDA, C. T. Cometas: do mito à ciência. São Paulo: Ícone, 1986. Resenha de: Santos, P. M. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje, São Paulo, v. 5, n. 30, p. 20, abr. 1987.

® HOLANDA, S. B. Caminhos e fronteiras. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. 301 p., il., 21 cm. Inclui índice. ISBN 85-7164-411-x.

® PELOSI, T. O caminho das cordas. Rio de Janeiro: Anais, 1993. 158 p., il., 21 cm. Bibliografia: p. 115-158.

® TRINGALI, D. Escolas literárias. São Paulo: Musa, 1994. 246 p., 21 cm. Inclui bibliografias.

® RESPRIN: comprimidos. Responsável técnico Delosmar R. Bastos. São José dos Campos: Johnson & Johnson, 1997. Bula de remédio.

® CARDIM, M. S. Constitui o ensino de 2º grau regular noturno uma verdadeira educação de adultos? Curitiba: Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, 1984. 3 microfichas. Redução de 1:24.000.

 

9 – Ordenação das referências:

As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema utilizado para citação no texto (conforme NBR 10520). Os mais utilizados em trabalhos técnicos e científicos são: numérico (ordem de citação no texto) e alfabético (sistema autor-data). Algumas obras, de cunho histórico ou geográfico podem apresentar a ordenação das referências por datas (cronológico) ou por locais (geográfico).

9.1 – Sistema numérico

se for utilizado o sistema numérico no texto, as referências devem sugerir a mesma ordem numérica crescente.

® CRETELLA JÚNIOR, J. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R. dos Tribunais, 1992. p. 107.

® BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965. p. 20.

NOTA: No texto, as chamadas das referências são indicadas por algarismos:

... de acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira1, é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria...

... todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minunciosamente2...

9.2 – Sistema alfabético

9.2.1 – Se for utilizado o sistema alfabético, as referências devem ser reunidas no final do capítulo, do artigo ou do trabalho, em uma única ordem alfabética. As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na referência.

® BOLETIM ESTATÍSTICO [da] rede Ferroviária Federal. Rio de janeiro, 1965. p. 20.

® CRETELLA JÚNIOR, J. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R. dos Tribunais. 992 p. 107.

NOTA: No texto as chamadas das referências são indicadas como segue:

... de acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira (CRETELLA JÚNIOR, 1992, P. 107), é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria...

... todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente. (BOLETIM ESTATÍSTICO. 1965, P. 20)...

9.2.2 – Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor (es) de várias obras, referenciadas sucessivamente pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço e ponto (equivalente a seis espaços).

® FREYRE, G. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob regime de economia patriarcal. Rio de janeiro, J. Olympio, 1943. 2 v.

® ______ . Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936.

9.2.3 – Além do nome do autor, o título de várias edições de um documento referenciado sucessivamente também pode ser substituído por um traço nas referências seguintes à primeira (conforme 9.2.2).

® FREYRE, G. Sobradas e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 405 p.

® ______ . ______. 2 ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1938. 410 p.

 

 

MODELO DE RELATÓRIO

Principais Tópicos

Universidade Federal de Santa Catarina

Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental

Coordenadoria de estágios

 

Responsável : Prof. Fernando Soares Pinho Sant'Anna

 

mailto:santanna@ens.ufsc.br

Tel. (0 xx 48) 331 9597 Ramal 217

 

 1.        Sumário

2.        Introdução : objetivos, período, estruturação do relatório, etc.

3.        Local de estágio : apresentação geral da empresa, ressaltando onde estaria a área de atuação (necessidade) da engenharia sanitária-ambiental (nessa empresa)

4.        Atividades desenvolvidas

5.        Conclusão : abordar, entre outros, os seguintes aspectos :

           Participação do orientador (da empresa (e da UFSC, se houver)

           Avaliação crítica das atividades

           Atendimento do plano de trabalho pré-definido

           Nível das atividades desenvolvidas

           Capacitação teórica do estagiário

           Recomendações para o curso de engenharia sanitária (necessidade de adaptação/criação de conhecimentos específicos)

6.        Avaliação do estagiário feita pela empresa (ficha fornecida pela coordenadoria geral de estágios da UFSC) e pela UFSC (fornecido pelo ENS ou modelo a seguir)

7.        Anexos

           o termo de compromisso firmado com a empresa

           o programa de atividades estabelecido

           projetos e documentos relevantes realizados (ou com a participação) pelo estagiário

 

 Observações

           Os itens acima constituem um roteiro, não necessitando ser utilizados como títulos dos capítulos e sub-capítulos

           O relatório deve ser entregue encadernado em capa dura preta formato A4.

           A capa deve conter os elementos conforme modelo.

           "dorso" da capa deve conter :

           99.2       Fulano de tal       Relatório de estágio

 


Modelo de Capa

 

Universidade Federal de Santa Catarina

Centro Tecnológico

Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental

 

 

  

Relatório de Estágio

 

 

 

  Nome do estagiário

 

 

 

 

 

 

Orientador UFSC: 

 

 

 

Turma (ano e semestre)

 

Florianópolis, mês  de ano.

 

Avaliação do Estágio

Universidade Federal de Santa Catarina

Centro Tecnológico

Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental

 

Avaliação de Estágio

 

 Nome do aluno :

Matrícula :

Empresa :

Endereço :

 Período do estágio :

Título do trabalho:

 Avaliação 1 (supervisor da empresa) 

Conhecimentos gerais

 

Conhecimentos específicos

 

Assiduidade

 

Criatividade

 

Responsabilidade

 

Iniciativa

 

Disciplina

 

Sociabilidade

 

Expressão oral

 

Expressão escrita

 

Média

 

  Comentários 

Data, assinatura e carimbo do supervisor da empresa

 

 Avaliação 2 (Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental) 

Nota (relatório) : 

Comentários

Data, assinatura e carimbo do professor

Nota Final : 

 Coordenador de estágios